A dúvida que chega toda semana no comercial da DMC:“minha empresa precisa mesmo de link dedicado, ou uma internet empresarial resolve?”. A resposta curta: depende de quanto a sua operação para quando a internet para. A resposta útil exige entender o que cada produto é de verdade — porque o nome parecido esconde duas engenharias completamente diferentes.
Qual a diferença entre link dedicado e internet empresarial?
Internet empresarial é uma conexão de banda larga de alto desempenho: fibra óptica, velocidade alta, suporte prioritário — mas o meio é compartilhado entre assinantes, e a velocidade contratada é a máxima, não a garantida. Link dedicado é um circuito exclusivo entre a sua empresa e o backbone do provedor: a banda contratada é 100% sua, garantida em contrato, com upload e download simétricos e SLA formal de disponibilidade e reparo.
Em uma frase: internet empresarial entrega velocidade; link dedicado entrega previsibilidade. São produtos para problemas diferentes.
O que significa banda garantida na prática?
Numa banda larga — mesmo empresarial — a rede é dimensionada por estatística: nem todos os clientes usam o máximo ao mesmo tempo, então o meio é compartilhado. No horário de pico, a velocidade real pode oscilar. No link dedicado não existe essa disputa: se o contrato diz 300 Mbps, são 300 Mbps às 15h de uma terça-feira e às 21h de um domingo — subindo e descendo na mesma taxa. É por isso que videoconferência com dezenas de participantes, VPN site-to-site, telefonia sobre IP e sistemas críticos em nuvem rodam em dedicado.
Quando a internet empresarial resolve?
Para a maioria dos comércios e escritórios, resolve — e sobra. Navegação, e-mail, sistemas em nuvem de uso comum, maquininha de cartão, WhatsApp, câmeras: uma fibra empresarial de alto desempenho com Wi-Fi corporativo bem projetado atende com folga e custa uma fração do dedicado. Se a sua operação tolera a rara oscilação de pico sem parar de faturar, este é o seu produto.
Quando o link dedicado é necessário?
Quando internet parada significa operação parada. Indústrias com sistemas integrados, call centers, transportadoras com roteirização em tempo real, e-commerce em pico de venda, empresas que hospedam serviços próprios ou dependem de VPN estável entre filiais. Nesses cenários, os minutos de indisponibilidade custam mais que a diferença de mensalidade — e o SLA vira item de contrato, não luxo.
Internet empresarial é para quem usa a internet. Link dedicado é para quem depende dela minuto a minuto.
O que é o SLA do link dedicado — e o que ele garante?
SLA (Service Level Agreement) é o acordo formal de nível de serviço, previsto pela regulamentação da ANATEL para o SCM. No link dedicado da DMC, ele define disponibilidade mínima mensal, prazo máximo de reparo e canal técnico direto — com garantias contratuais se o padrão não for cumprido. Junto vêm recursos que banda larga não tem: IP fixo (essencial para VPN, servidores e sistemas que exigem endereço estável) e gerência proativa pelo nosso NOC 24/7, que costuma detectar anomalia antes de o cliente perceber.
Por que o link dedicado custa mais?
Porque a engenharia é outra: banda reservada de ponta a ponta no backbone, circuito exclusivo até a empresa, monitoramento individual e contrato com garantias reais. Não é a mesma conexão “com prioridade” — é infraestrutura provisionada só para a sua operação. A conta certa não é o preço da mensalidade: é o custo da sua hora parada.
O que a DMC entrega em Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba
A DMC opera rede própria de fibra com ASN registrado (AS268551), três operadoras Tier 1 no backbone e peering direto no IX.br São Paulo — a rota mais curta possível para os serviços que sua empresa usa. O link dedicado DMC é 100% simétrico, com SLA, IP fixo e NOC 24/7 próprio, sem call center terceirizado. Para operações que não exigem circuito exclusivo, a internet empresarial DMC entrega fibra de alto desempenho com suporte local. Na dúvida entre os dois, nossa engenharia dimensiona junto com você: fale com a equipe — quem atende conhece a rede, porque é quem opera a rede.
